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Mauá -São Paulo- Brasil -
Neste blog o irmão e/ou amigo internauta irá encontrar textos, testemunhos e informações relacionadas ao evangelho. As informações e textos transmitidos são analisados tendo como base de autoridade a palavra de Deus que é um guia infalível para conduzir os servos do SENHOR neste mundo de trevas morais e espirituais. Exortando para que sejamos o "sal da terra" e "luz do mundo".
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Não se acostume às perdas

        Nas parábolas das cem ovelhas, das dez dracmas e do filho pródigo temos uma explícita lição na qual o Senhor Jesus nos mostra como ele se alegra no arrependimento de um pecador inveterado que estava perdido em seus pecados, mas que se arrependeu. Tentaremos demonstrar mais uma valiosa lição presente nestas parábolas.
       Na parábola das cem ovelhas (Lc 15.3-7) o pastor deixa protegidas noventa e nove ovelhas e sai em busca para recuperar apenas uma única perdida.
       Na parábola das dez dracmas o SENHOR nos aconselha a buscar diligentemente uma dracma perdida, embora ainda tivesse outras nove (Lc 15.8-10).
       Na parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32) ocorreu a perda de um dos dois filhos e a alegria de seu retorno para o seu lar.
       Nestas três parábolas temos perdas de diferentes tamanhos na parábola das ovelhas das cem ovelhas perda de uma ovelha, ou seja, de 1% ; na parábola das dez dracmas de 1 dracma de 10, ou seja, de 10% já na parábola do filho pródigo perda de 1 filho de 2, ou seja, de 50%.
       Muitos estão gradativamente sofrendo perdas naquilo que o SENHOR lhe concedeu.... alguns cantavam no coral já não cantam mais...outros eram usados para pregar já não pregam mais ... evangelizar já não evangeliza mais ... , mas o SENHOR quer que venhamos buscar diligentemente o que perdemos (Lc 15.8).
       Nesta vida estamos sujeitos a sofrer perdas em todos sentidos: espiritual, material, afetivo etc. (Jó 1), mas podemos aprender mediante os exemplos destas parábolas que temos que lutar para recuperar estas perdas mesmo que sejam aparentemente pequenas ou grandes , e mesmo que não venhamos recuperar o que perdemos devemos louvar a Deus (Jó 1.21) e se for da vontade do SENHOR podemos não somente recuperar o que se havia perdido mais receber do SENHOR mais ainda do que perdemos. (Jó 42.12-17).

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A sabedoria escondida aos sábios deste mundo

       Em recente matéria da revista Época um pesquisador RICHARD LYNN afirmou que:"Ao analisar mais de 500 estudos, estava convencido da relação entre Q.I. alto e ateísmo. Em cerca de 60% dos 137 países avaliados, os mais crentes são os de Q.I. menor”. (Rm 1.21-22; Sl 14.1; 53.1)
       Refletindo sobre esta afirmação lembrei-me de uma parábola de um filosofo e de um barqueiro que diz o seguinte:
Um filosofo muito sábio a seus próprios olhos (Pv 3.7) precisava viajar de barco para chegar em determinado local ... e para fazer esta travessia teve que contratar um serviço de um humilde barqueiro ... para puxar assunto o filosofo perguntou ao barqueiro:
       -Você tem conhecimento de físico-química:
       -O barqueiro respondeu: Não senhor eu passei a vida toda aqui trabalhando nesta embarcação!
       -O filosofo respondeu: Perdeu parte de sua vida.
Passando mais um tempo ... o filosofo para mostrar -se superior perguntou para o barqueiro você conhece bioquímica?
       -O barqueiro respondeu: Não senhor eu passei a vida toda aqui trabalhando nesta embarcação!
       -O filosofo respondeu: Perdeu parte de sua vida
       Chegando mais ou menos no meio do caminho o barco bateu em uma pedra e começou afundar e o barqueiro preocupado perguntou para o filosofo: Você sabe nadar?
       -O filosofo respondeu: Não, não sei!
       -O barqueiro respondeu: Que pena! PERDEU TODA SUA VIDA!.
       Na época do apóstolo Paulo não era diferente não criam no evangelho (1 Co 1.23) buscavam a sabedoria humana (1 Co 1.22) honravam mais a criatura do que o criador (Ro 1.25), mas o SENHOR escolheu as coisas que não são deste mundo para confundir as que são(1 Co 1.27-28), e como todos iremos um dia partir para a eternidade temos que pensar também no que nos pode salvar e não perder toda nossa vida em algo que não nos pode salvar. (Cl 2.8 ; 1 Co 1.19-24)
       Existem ainda hoje muitos que supervalorizam o conhecimento secular em detrimento das coisas simples... no caso desta parábola temos alguém que tem uma formação acadêmica e que despreza o conhecimento adquirido com o senso comum e pela falta deste conhecimento perdeu sua vida. Do mesmo modo alguns ditos intelectuais ainda hoje desprezam os crentes e sua cosmovisão baseada na bíblia e dizem que temos um "QI menor", mas aprouve a Deus salvarmos pela "loucura da pregação"(1 Co 1.18,21) e ocultar isto aos sábios e intelectuais deste mundo (1 Co 1.26).

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Conselho de um sábio

       O sábio rei Salomão (1009 a 922 a.C.) foi o terceiro rei de Israel escreveu três livros (Provérbios, Cantares e Eclesiastes) na bíblia sagrada além do salmo 72 foi abençoado pelo SENHOR como mais sábio de sua época (1 Re 3:16-28; 4:29, 30).
       Acredita-se que Salomão ao escrever Cantares era jovem estava apaixonado pela Sulamita e que este relacionamento tipifica a relação de Cristo com a Igreja e Israel... que ao escrever Provérbios reuniu a sabedoria popular de sua época, mas que ao escrever Eclesiastes estava no fim de sua vida e que além de sua sabedoria dada pelo SENHOR acumulara uma grande experiência foi neste contexto que formulou uns dos seus maiores conselhos: "Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;" (Ec 12:1)
       Hodiernamente vemos cada vez mais pessoas estão empenhadas na busca de prazeres hedonistas. Busca desenfreada por dinheiro (1 Tm 6.10,17-18), poder (Sl 62.11; Rm 12.16) e sexo (1 Co 6.10,19-20) e cada vez mais distante de Deus. Infelizmente, vemos que este tipo de busca não afeta só o mundo secular, mas também a Igreja.
       Muitos jovens dentro de nossas igrejas estão abandonando a fé buscando coisas efêmeras (1Tm 6: 6-7) e levam uma vida de ilusão. Jovens como: Beyoncé nos EUA e um vocalista de um grupo famoso (na verdade este grupo não existe mais) segue(m) este caminho entre muitos outros.
       No caso do exemplo brasileiro o jovem cresceu na igreja, mas não fazia sucesso decidiu então formar um grupo e este grupo tornou-se conhecido colocando palavras obscenas e letras de duplo sentido na boca de crianças e de pessoas de todas as idades ganharam muito dinheiro e fama (por pouco tempo)... mas abruptamente em um acidente teve sua vida ceifada (Mt 6.19-21; Lc 12.20).
       Mas como pode o jovem então sair deste laço? O Salmista tem a resposta:
"Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra" (Sl 119.9) e o escritor do livro aos Hebreus acrescenta: "deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé" (Hb 12: 1-2)
       O SENHOR nos dá talentos (Mt 25:14-30) que são para serem usados em Sua obra e estes talentos serão cobrados (Mt 25:24-25 e 29 -30). Devemos buscar ao SENHOR com primazia (Mt 22. 36-38) e o seu reino (Mt 6.33) e cumpri o ide (Mt 28.19) e todas as coisas serão acrescentadas. Tudo que vemos no mundo é aparência, mas o que Deus tem preparado para nós e muito superior (2 Co 4.18; 1Co 2.9).

terça-feira, 12 de agosto de 2008

A verdade sobre as olimpíadas


      As olimpíadas tiveram sua origem na Grécia antiga, por volta de 776 a.C era realizada como tributo aos deuses gregos principalmente a Zeus considerado pela mitologia grega como senhor do céu e da terra. Com o tempo este evento ultrapassou as fronteiras da Grécia antiga e passou a ser celebrado por muitos povos inclusive os cristãos.
      Por volta de 393 d.C chegou a ser proibida pelo imperador cristão Teodósio I por ser um evento eivado de paganismo como: bacanais e orgias.
      As olimpíadas modernas foram idealizadas pelo Barão francês de Coubertin (1863-1937), com a intenção de reviver os mesmos jogos realizados na antigüidade. Apesar de muitos verem as olimpíadas como símbolo de "união" alguns eventos como: massacre em Munique 1972 de um grupo de onze judeus por um grupo terrorista palestino entre outros eventos mostram que não é bem assim.
      Nas olimpíadas de Pequim deste ano (2008), embora pouco noticiado pela imprensa o MP (Mensageiro da Paz) relatou a expulsão de missionários cristãos pelas autoridades chinesas e perseguição aos cristãos. Relatou também que no país há cerca de 50 milhões de cristãos sem bíblia, enquanto o governo durante o evento em um gesto de "bondade" distribui gratuitamente para os participantes das olimpíadas bíblias, mas perseguem de maneira perversa nos bastidores os cristãos. A imprensa internacional também embora de maneira tímida relatou o espancamento de jornalistas japoneses por policiais chineses.
      Como vemos as olimpíadas em sua origem é um evento pagão e que esta olimpíada de Pequim tem sido marcada pela intolerância política e religiosa, oremos por nossos irmãos chineses para que o evangelho vem alcançar mais pessoas naquele pais e por fim venha alcançar as autoridades para conceder a liberdade religiosa e política.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Diálogo com jovem agnóstico

       Sabemos que o deus deste século tem cegado a mente dos incrédulos para que não vejam a luz do evangelho (2Co 4:4) e que pessoas influenciadas por uma pseudo-ciência chegam a desconfiar até mesmo da existência de nosso Deus (Sl 53.1), mas como sabemos Ele existe(At 17: 28) e que é galardoador dos que seriamente o buscam (Hb 11:6).
       Certa feita estava conversando e uma pessoa se dizia seriamente preocupada, pois havia um jovem no recinto e o mesmo afirmava com convicção que não conseguia acreditar ou desacreditar na existência de Deus, pois era AGNÓSTICO ... fiquei por algum tempo tentando compreender o que o levava a esta forma de pensar ... perguntei para o mesmo se havia acontecido algum problema de ordem familiar (tragédia, morte de ente querido, etc.) ele disse que NÃO que quando era menor ia constantemente a igreja e que sua família é até religiosa.
       Não satisfeito e querendo dissuadi-lo desta descrença, perguntei de maneira enfática o que te fez pensar assim e o jovem começou a relatar suas aulas de filosofia (Cl 2.8) e que seu professor o fez "pensar" e "refletir" sobre alguns assuntos como: Quem criou Deus? Há alguma coisa que Deus não possa fazer? e outros questionamentos do gênero. Comecei a arrazoar com ele dizendo que Deus era incriado, ou seja, não foi criado (Sl.90.2) que se pensarmos de maneira inteligente iríamos também questionar a visão científica que diz, por exemplo, que o universo surgiu de uma explosão (Big Bang) simplesmente para omitir a existência de um Deus Criador (Gn 1 e 2) e que na prática se explodirmos algo como um fusca não gerara nada além de destroços não se transformará ou "evoluirá" em um Vectra ... se pensarmos além... se acharmos um relógio na rua iríamos de forma inteligente dizer que este relógio evoluiu e suas as peças foram se juntando ou concluiríamos que alguém inteligente o fez. Se de modo inteligente concluímos que um simples relógio tem um criador inteligente quanto mais a nós que somos mais complexos (Rm 1:20-22)... e que finalmente que este Deus INTELIGENTE e CRIADOR é também onipotente (IS 43.13), ou seja, pode todas as coisas.
       A cerca do agnosticismo perguntei ao jovem se neste sistema não tem a seguinte máxima ou proposição:

Não existe verdade absoluta tudo tem passar pelo crivo da dúvida

       E o jovem disse sim, respondi então pois comece a duvidar deste sistema de pensamento que você diz acreditar, pois ele se contradiz a si próprio em seu enunciado, senão existe verdade absoluta o próprio enunciado não é uma verdade absoluta.