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Mauá -São Paulo- Brasil -
Neste blog o irmão e/ou amigo internauta irá encontrar textos, testemunhos e informações relacionadas ao evangelho. As informações e textos transmitidos são analisados tendo como base de autoridade a palavra de Deus que é um guia infalível para conduzir os servos do SENHOR neste mundo de trevas morais e espirituais. Exortando para que sejamos o "sal da terra" e "luz do mundo".
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Geração de adoradores! Geracão de apaixonados! Será?



      É muito comum em nossos dias cantores evangélicos se referirem ao seu público como adoradores. Estes adoradores "fervorosos" e extravagantes também serem chamados de geração de apaixonados, mas o que temos visto é bem diferente. Os cantores evangélicos são realmente modelos de adoradores? E o público que os seguem podem ser chamados adoradores na acepção correta do termo?

      Recentemente a Revista Veja, publicou uma matéria que comentava o sucesso de um padre pop star, chamado Fábio de Melo que seguindo os modelos mundanos como descreve a revista: "Usa calças justas, tem sobrancelhas delineadas e, ainda que não admita em público, já se submeteu a picadas de Botox para remover rugas da testa e dos olhos. Seus cabelos, provavelmente por inspiração do Espírito Santo, emitem reflexos dourados" se tornou o artista que mais vende CDs na atualidade. A matéria não se limitou a falar do sucesso do padre, mas comentou também o sucesso de outros artistas católicos e também evangélicos.

      A Revista comparou e comentou cantores católicos e evangélicos e traçou paralelos com artistas mundanos, por exemplo, a cantora Fernanda Brum comparou com a Ivete Sangalo, a Aline Barros diferente do modelo de mulher evangélica a revista disse que destoa do “estereotipo" evangélico por usar roupas e maquiagens, Regis Danese chamado de pagodeiro regenerado; e a banda G3 lembrada por usar tatuagens, cabelos compridos e o som pesado.

      Infelizmente, a imagem que a mídia secular e as muitas pessoas têm dos cantores evangélicos não é muito boa estes a exemplo do padre supracitado estão cada vez mais parecidos com artistas mundanos. As letras dos seus repertórios estão cada vez mais repletos de canções de auto-ajuda. Canções feitas não unicamente com intuito de adorar primeiramente ao Senhor, mas por seguir um padrão mundano de buscar $uce$$o, muitos hinos de adoração ao nosso Deus acabam sendo preteridos em favor de canções antropocêntrica$.

      Um livro usado com letras de adoração ao Senhor pelo povo no antigo testamento era o de Salmos. Quem escreveu os 150 salmos? Eram homens como: Davi, Salomão, Moises, Asafe e os filhos de Coré. Quem são os escritores dos hinos evangélicos atuais? Será que são homens com a vida de comunhão e adoração a Deus como Moises e Davi? Recentemente uma música de depravação e orgia sexual chamada Créu foi lançada e fez muito sucesso entre pessoas não convertidas. Pois bem, dentro de pouco tempo foi lançada uma "versão gospel" com o coro: céu, céu, céu (...). Com certeza há muitas pessoas que não estão querendo se converter de todo o coração ao Senhor, mas têm saudades do "Egito” adaptam músicas mundanas para "adorar" a Deus.

      Os israelitas entoavam o cântico dos degraus (Sl 120-134) na caminhada ao subir para adorarem em Jerusalém e nas escadas do templo. Hinos de adoração e gratidão a Deus. Hoje os hinos são antropocêntricos, triunfalistas e alguns nem chegam mais mencionar o nome de Jesus. Mencionam sonhos, mudanças na vida, promessas etc.

      Os cantores evangélicos precisam parar de quer imitar os ídolos mundanos. Precisam também ter cuidado para que os seus hinos tenham uma mensagem pautada na Bíblia (bibliocêntricos), e que levem os seus ouvintes a adorar realmente ao Senhor Jesus (cristocêntricos). Caso contrário, continuaram sendo conhecidos como imitadores de cantores e estilos musicais seculares. Precisam entender que são apenas meios usados para levar a Deus, e não devem ser idolatrados como as celebridades seculares. Caso contrário, criaram uma geração de pessoas para idolatrá-los e formaram também uma geração de pessoas apaixonadas, mas que não são verdadeiros adoradores, pois verdadeiros adoradores (Jo 4.24) não idolatram pessoas e também não são apaixonados tendo em vista que a paixão é uma doença. Verdadeiros adoradores buscam a Deus em espírito e verdade, amam a Deus e ao próximo (Mt 22.37-39) têm compromisso com o Senhor e a Sua palavra e adoram somente a Deus (Dt 6.4).



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